Com o uso intensivo da internet e com o advento da computação em nuvem, cada vez mais nós estamos expondo nossas informações pessoais na web. Seja no momento em que navegamos, ou seja quando as deixamos armazenadas em servidores que estão na "nuvem" e não sabemos exatamente como é tratada a sua segurança.
A exposição dessas informações pode ser mais ou menos crítica dependo da sua natureza, por exemplo, dados bancários são extremamente sensíveis para ficarem expostos.
Para quem quiser saber como proteger melhor suas informações pessoais, veja o artigo abaixo, que é um guia voltado principalmente para os serviços do Google, mas, traz conceitos que podem ser aplicados a qualquer serviço online:
IDG Now - O Guia do Paranóico para os Servicos Google
"Navegar é preciso, mas, navegar com segurança é essencial."
quarta-feira, 26 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
POG: a última onda no desenvolvimento de software
A área de tecnologia, de tempos em tempos, é varrida por uma “onda”. Há sempre a “onda do momento”, que destrói tudo que se sabia anteriormente e nos força a enxergar as coisas sob um novo ponto de vista.
Você já ouviu falar de Programação Orientada a Objetos (POO)? A Eventos? Programação Estruturada?
Tudo isso agora é passado!
A nova onda no desenvolvimento de software é POG.
POG pode ser usada em qualquer plataforma, por qualquer profissional, em qualquer tipo de empresa.
É um novo paradigma, independente de tecnologia.
Saiba mais sobre POG - Programação Orientada a Gambiarra:
http://desciclo.pedia.ws/wiki/POG
E para explorar ao máximo o potencial da programação POG, não deixe de usar os "Gambi Design Patterns":
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Gambi_Design_Patterns
Nunca antes na história da programação, houve um método de construção tão eficaz.
Você já ouviu falar de Programação Orientada a Objetos (POO)? A Eventos? Programação Estruturada?
Tudo isso agora é passado!
A nova onda no desenvolvimento de software é POG.
POG pode ser usada em qualquer plataforma, por qualquer profissional, em qualquer tipo de empresa.
É um novo paradigma, independente de tecnologia.
Saiba mais sobre POG - Programação Orientada a Gambiarra:
http://desciclo.pedia.ws/wiki/POG
E para explorar ao máximo o potencial da programação POG, não deixe de usar os "Gambi Design Patterns":
http://desciclo.pedia.ws/wiki/Gambi_Design_Patterns
Nunca antes na história da programação, houve um método de construção tão eficaz.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Tipos de correspondências oficiais e empresariais
De maneira geral, existem três macro tipos de correspondências:
Com o objetivo de tornar este tipo de comunicação mais organizado e de fácil entendimento para todos os envolvidos, as correspondências oficiais e empresariais seguem determinados padrões de redação e formatação.
Para ajudar quem precisar lançar mão dessa ferramenta, faremos um apanhado geral dos tipos de correspondências oficiais e empresariais existentes e suas principais características.
Ata
A ata é um documento no qual deve constar um resumo por escrito, detalhando os fatos e as soluções a que chegaram as pessoas convocadas a participar de uma assembleia, sessão ou reunião. A expressão correta para a redação de uma ata é "lavrar a ata". Uma das principais funções da ata é historiar, traçar um painel cronológico da vida de uma empresa, associação ou instituição. Serve como documento para consulta posterior, tendo em alguns casos caráter obrigatório pela legislação.
Por tratar-se de um documento formal, a ata deve seguir algumas normas específicas de formatação:
A estrutura básica para uma ata pode ser esta:
A ata deverá ser assinada por todos os participantes.
Atestado ou Certificado
É um documento em que se faz fé de algo e que tem valor legal. Pode haver atestados ou certificados de serviços prestados, de estudos realizados, de pagamentos, etc.
Para a sua elaboração, utiliza-se geralmente papel de tamanho A4, escrito em sentido vertical, como se mostra em seguida:
Bilhete
É um meio rápido e simples de transmitir uma mensagem. Normalmente é dirigido a uma pessoa próxima, com quem se tem intimidade, e por isso mesmo costuma ser escrito em linguagem informal. Isso, contudo, não dispensa a atenção que deve ser dada à qualidade da redação, especialmente considerando que o relacionamento contínua tendo caráter profissional.
O bilhete não requer um tipo específico de papel, muito menos segue um padrão formal. É sempre aconselhável, entretanto, uma boa apresentação.
Mesmo sendo breve e informal, o bilhete apresenta uma forma de organização que deve ser seguida para atender ao seu maior objetivo: comunicar de forma rápida e precisa. Assim, deve conter as seguintes partes:
Carta comercial
As cartas comerciais, além de diversos destinos, também têm função variada, como a de informar, solicitar ou persuadir. Podem ser cartas de solicitação de emprego, oferta de algum produto de sua empresa, reclamação quanto à má prestação de algum serviço, cobrança de algum débito, enfim, diversas situações que fazem parte do cotidiano empresarial.
Como em qualquer correspondência oficial, o conteúdo da carta deve ser adequadamente normalizado por parágrafos e redigido com clareza e concisão.
A sua estrutura geral é:
Circular
Quando, em sua empresa, você deseja dirigir-se a muitas pessoas ao mesmo tempo, para transmitir avisos, ordens ou instruções, deve optar por comunicar-se através de uma circular. Na verdade, a circular pode seguir o modelo de uma carta ou ofício, o que a caracteriza é conter um assunto de interesse geral. Muitas vezes, a circular é utilizada internamente nas empresas, com a finalidade de facilitar a comunicação entre diversas seções e departamentos.
Muitas empresas, hoje em dia, têm preferido não destacar a ementa (assunto). Assim, é preciso verificar o modelo adotado na sua empresa. A linguagem utilizada em uma circular deve ser simples e direta para não dar margem a outras interpretações. Todos devem entender claramente o que está escrito.
Estrutura:
Declaração
A declaração é utilizada quando se quer atestar ou confirmar algum fato para garantir um direito a uma determinada pessoa.
Divide-se nas seguintes partes:
Memorando
O memorando, estabelecendo uma comparação, é uma espécie de bilhete comercial de que as empresas ou órgãos oficiais se utilizam para estabelecer a correspondência interna entre seus setores e departamentos. Por ser um tipo de correspondência cotidiana, rápida e objetiva, o memorando segue uma forma fixa, sendo para isso utilizado um papel impresso.
Observe a estrutura de um memorando, atentando para a ausência de saudações e finalizações:
Ofício
Ofício é a correspondência de caráter oficial, equivalente à carta comercial. É dirigido por um funcionário a outro, da mesma ou de outra categoria, bem como por uma repartição a uma pessoa ou instituição particular, ou, ainda, por instituição particular ou pessoa a uma repartição pública. Por tratar-se, sobretudo, de comunicação de caráter público, o ofício requer certo grau de formalidade.
A redação, tal como no caso da carta comercial, tem de ser breve e concisa.
Procuração
Através da procuração uma pessoa (física ou jurídica) autoriza alguém a agir e realizar negócios em seu nome.
O indivíduo que concede a procuração é chamado de mandante, constituinte ou outorgante. Aquele que recebe a procuração é chamado de mandatário, procurador ou outorgado.
A procuração deve ser lavrada em papel ofício, iniciando o texto com identificação e qualificação do outorgante e do outorgado. Os poderes, a finalidade e o prazo de validade da procuração são expressos de forma precisa. Após o texto, a localidade, a data e a assinatura são expressas.
Há dois tipos de procuração:
Requerimento
Se você precisar se dirigir a uma autoridade para fazer um pedido para o qual necessite ter amparo na lei, deve fazê-lo através de um requerimento.
Serve para requerer ou pedir uma coisa específica à Administração ou aos organismos públicos. Os requerimentos recebem nomes diferentes, dependendo do organismo ao qual se dirigem:
Em geral, podemos observar as seguintes partes:
- Particular – se dá entre indivíduos (amigos, familiares e pessoas do convívio social) e pode apresentar diversos graus de formalidade, desde um caráter íntimo até certo grau de formalismo;
- Empresarial – é trocada entre empresas ou entre estas e pessoas físicas;
- Oficial – acontece entre órgãos do serviço público ou entre os mesmos e a sociedade.
Com o objetivo de tornar este tipo de comunicação mais organizado e de fácil entendimento para todos os envolvidos, as correspondências oficiais e empresariais seguem determinados padrões de redação e formatação.
Para ajudar quem precisar lançar mão dessa ferramenta, faremos um apanhado geral dos tipos de correspondências oficiais e empresariais existentes e suas principais características.
Ata
A ata é um documento no qual deve constar um resumo por escrito, detalhando os fatos e as soluções a que chegaram as pessoas convocadas a participar de uma assembleia, sessão ou reunião. A expressão correta para a redação de uma ata é "lavrar a ata". Uma das principais funções da ata é historiar, traçar um painel cronológico da vida de uma empresa, associação ou instituição. Serve como documento para consulta posterior, tendo em alguns casos caráter obrigatório pela legislação.
Por tratar-se de um documento formal, a ata deve seguir algumas normas específicas de formatação:
- Devido a ter como requisito não permitir que haja qualquer modificação posterior, o seu formato renuncia a quebras de linha eletivas, espaçamentos verticais e paragrafação, ocupando virtualmente todo o espaço disponível na página;
- Números, valores, datas e outras expressões são sempre representados por extenso;
- Sem emprego de abreviaturas ou siglas;
- Sem emendas, rasuras ou uso de corretivo (quando a ata estiver sendo manuscrita e for necessária alguma correção, usar a expressão "digo" seguida do texto correto);
- Todos os verbos descritivos de ações da reunião usados no pretérito perfeito do indicativo (disse, declarou, decidiu…).
A estrutura básica para uma ata pode ser esta:
- Título da reunião;
- Cidade, dia, mês, ano, das h:min até h:min;
- Local da reunião;
- Introdução (Relatar sobre o título da reunião, local, data, hora e participantes);
- Participantes da reunião (Nome completo do participante e especificar de qual instituição ele é);
- Agenda (Relatar sobre a pauta da reunião, os temas a serem tratados e os respectivos responsáveis de cada tema);
- Desenvolvimento (Descrever sobre os temas principais citados na reunião);
- Conclusões (Descrever sobre as conclusões atingidas ao final da reunião e suas respectivas decisões);
- Recomendações (Descrever recomendações e observações feitas no decorrer da reunião);
- Distribuição (Relatar o nome de quem a ata será enviada).
A ata deverá ser assinada por todos os participantes.
Atestado ou Certificado
É um documento em que se faz fé de algo e que tem valor legal. Pode haver atestados ou certificados de serviços prestados, de estudos realizados, de pagamentos, etc.
Para a sua elaboração, utiliza-se geralmente papel de tamanho A4, escrito em sentido vertical, como se mostra em seguida:
- Cabeçalho (Coloca-se na parte superior do certificado, com uma margem considerável. É constituído pelo nome da pessoa ou instituição que o envia, acompanhados dos seus dados de identificação. Costuma-se escrever em maiúsculas.);
- Corpo (Contém texto precedido pelo termo CERTIFICA ou ATESTA, em maiúsculas, seguido de dois pontos, onde se descreve o objeto da certificação.);
- Local e data;
- Assinatura e selo.
Bilhete
É um meio rápido e simples de transmitir uma mensagem. Normalmente é dirigido a uma pessoa próxima, com quem se tem intimidade, e por isso mesmo costuma ser escrito em linguagem informal. Isso, contudo, não dispensa a atenção que deve ser dada à qualidade da redação, especialmente considerando que o relacionamento contínua tendo caráter profissional.
O bilhete não requer um tipo específico de papel, muito menos segue um padrão formal. É sempre aconselhável, entretanto, uma boa apresentação.
Mesmo sendo breve e informal, o bilhete apresenta uma forma de organização que deve ser seguida para atender ao seu maior objetivo: comunicar de forma rápida e precisa. Assim, deve conter as seguintes partes:
- Vocativo (Coloca-se o nome do receptor, sem emprego de tratamento especial);
- Texto (Deve ser iniciado com marca de parágrafo e conter as informações necessárias à comunicação de forma bem ordenada);
- Nome do emissor;
- Data e hora.
Carta comercial
As cartas comerciais, além de diversos destinos, também têm função variada, como a de informar, solicitar ou persuadir. Podem ser cartas de solicitação de emprego, oferta de algum produto de sua empresa, reclamação quanto à má prestação de algum serviço, cobrança de algum débito, enfim, diversas situações que fazem parte do cotidiano empresarial.
Como em qualquer correspondência oficial, o conteúdo da carta deve ser adequadamente normalizado por parágrafos e redigido com clareza e concisão.
A sua estrutura geral é:
- Cabeçalho ou timbre (Referência da empresa; logotipo, símbolo ou emblema. Em geral, já vêm impressos no papel da carta);
- Número de controle (Facilita ao destinatário responder sua carta e mencionar a referência. É também uma maneira de garantir o controle da correspondência. A colocação à direita é um destaque que facilita a leitura.);
- Local e Data (Por extenso. Quando o papel é timbrado, pode-se suprimir o local antes da data, uma vez que o endereçamento completo aparece no pé de página.);
- Destinatário (Não se deve colocar À/Às ou Ilmos. Senhores antes do nome da empresa ou pessoa a quem a carta se destina. Não é necessário escrever endereço, caixa postal e CEP no papel carta, basta que esses dados apareçam no envelope.);
- Referência (É o conteúdo da carta sintetizado, facilitando o registro para quem recebe. Não há necessidade de escrever Ref. ou REFERÊNCIA, pois a posição da frase na carta já indica esse elemento.);
- Invocação ou vocativo (O emprego de palavras como prezado, estimado, caro, amigo deve ser de acordo com o tipo de carta. Pode se tratar de uma carta puramente comercial ou pode envolver também relações de amizade.);
- Corpo da carta ou conteúdo (Deve estar disposto, geralmente, no centro do papel, em cerca de três parágrafos: a informação inicial, o desenvolvimento do tema e a conclusão. O assunto deve ser tratado em linguagem clara, objetiva e concisa. Deve-se evitar perda de tempo na introdução do assunto, como palavras e expressões desnecessárias.);
- Saudação final, despedida ou fecho (Modernamente, evitam-se palavras rebuscadas e chavões. Expressões longas, que nada acrescentam de importante, caíram em desuso. Emprega-se Atenciosamente ou Cordialmente, dependendo das relações de negócios.);
- Assinatura (Deve-se obedecer à seguinte ordem: primeiro, o nome do remetente; depois, seu cargo. Somente as letras iniciais devem ser maiúsculas. Não se deve colocar o título do emissor na frente de seu nome. Para indicar que se trata de médico advogado etc., basta que se coloque o registro do CRM ou da OAB, conforme o caso. Também não é necessário colocar o traço acima do nome datilografado, para a assinatura.);
- Anexos (Parte destinada à enumeração de papéis ou de documentos que acompanha a carta.).
Circular
Quando, em sua empresa, você deseja dirigir-se a muitas pessoas ao mesmo tempo, para transmitir avisos, ordens ou instruções, deve optar por comunicar-se através de uma circular. Na verdade, a circular pode seguir o modelo de uma carta ou ofício, o que a caracteriza é conter um assunto de interesse geral. Muitas vezes, a circular é utilizada internamente nas empresas, com a finalidade de facilitar a comunicação entre diversas seções e departamentos.
Muitas empresas, hoje em dia, têm preferido não destacar a ementa (assunto). Assim, é preciso verificar o modelo adotado na sua empresa. A linguagem utilizada em uma circular deve ser simples e direta para não dar margem a outras interpretações. Todos devem entender claramente o que está escrito.
Estrutura:
- Timbre da empresa;
- Número da circular;
- Data (por extenso);
- Assunto;
- Corpo da mensagem;
- Identificação / Assinatura do emissor da circular.
Declaração
A declaração é utilizada quando se quer atestar ou confirmar algum fato para garantir um direito a uma determinada pessoa.
Divide-se nas seguintes partes:
- Timbre (Impresso como cabeçalho, contendo o nome do órgão ou empresa. Atualmente a maioria das empresas possui um impresso com logotipo. Nas declarações particulares usa-se papel sem timbre.);
- Título (Deve-se colocá-lo no centro da folha, em caixa alta.);
- Texto (Deve-se iniciá-lo a cerca de quatro linhas do título.). Dele deve constar:
- Identificação do emissor. Se houver vários emissores, é aconselhável escrever, para facilitar: os abaixo assinados;
- O verbo atestar/declarar deve aparecer no presente do indicativo, terceira pessoa do singular ou do plural;
- Finalidade do documento, em geral costuma-se usar o termo “para os devidos fins”, mas também se pode especificar: “para fins de trabalho”, “para fins escolares”, etc.
- Nome e dados de identificação do interessado. Esse nome pode vir em caixa alta, para facilitar a visualização;
- Citação do fato a ser atestado.
- Local e data (Deve-se escrevê-los a cerca de três linhas do texto;
- Assinatura (Assina-se a cerca de três linhas abaixo do local e data).
Memorando
O memorando, estabelecendo uma comparação, é uma espécie de bilhete comercial de que as empresas ou órgãos oficiais se utilizam para estabelecer a correspondência interna entre seus setores e departamentos. Por ser um tipo de correspondência cotidiana, rápida e objetiva, o memorando segue uma forma fixa, sendo para isso utilizado um papel impresso.
Observe a estrutura de um memorando, atentando para a ausência de saudações e finalizações:
- Timbre;
- Número do memorando;
- Data;
- De (Órgão e/ou responsável);
- Para (Órgão e/ou responsável);
- Corpo do texto;
- Assinatura.
Ofício
Ofício é a correspondência de caráter oficial, equivalente à carta comercial. É dirigido por um funcionário a outro, da mesma ou de outra categoria, bem como por uma repartição a uma pessoa ou instituição particular, ou, ainda, por instituição particular ou pessoa a uma repartição pública. Por tratar-se, sobretudo, de comunicação de caráter público, o ofício requer certo grau de formalidade.
A redação, tal como no caso da carta comercial, tem de ser breve e concisa.
Procuração
Através da procuração uma pessoa (física ou jurídica) autoriza alguém a agir e realizar negócios em seu nome.
O indivíduo que concede a procuração é chamado de mandante, constituinte ou outorgante. Aquele que recebe a procuração é chamado de mandatário, procurador ou outorgado.
A procuração deve ser lavrada em papel ofício, iniciando o texto com identificação e qualificação do outorgante e do outorgado. Os poderes, a finalidade e o prazo de validade da procuração são expressos de forma precisa. Após o texto, a localidade, a data e a assinatura são expressas.
Há dois tipos de procuração:
- Pública – aquela que é lavrada por tabelião em Livro de Notas. O translado (cópia autêntica do que consta no livro) fica em poder do procurador. É usada em casos de compra e venda de imóveis, em assuntos de maior peso.
- Particular – aquela que é datilografada ou manuscrita, sem registro no Livro de Notas. Digamos que você não possa fazer sua matrícula na escola. Então, você poderá passar uma procuração particular para alguém de sua confiança que resolverá esse, e apenas esse, assunto para você.
Requerimento
Se você precisar se dirigir a uma autoridade para fazer um pedido para o qual necessite ter amparo na lei, deve fazê-lo através de um requerimento.
Serve para requerer ou pedir uma coisa específica à Administração ou aos organismos públicos. Os requerimentos recebem nomes diferentes, dependendo do organismo ao qual se dirigem:
- Conhece-se pelo nome de "Memorial" quando é dirigido a uma autoridade máxima, como, por exemplo, o chefe do Estado ou o papa;
- Chama-se "Exposição" quando se dirige ao Parlamento da nação ou a um órgão do Governo;
- Chama-se "Pedido" ao requerimento utilizado para o resto dos casos.
Em geral, podemos observar as seguintes partes:
- A autoridade destinatária (usa-se Excelentíssimo "Exmo." para Juiz, Promotor, Senadores, Deputados, Vereadores, Presidente da República, Governador, Prefeito e Ministros de Estado; usa-se Ilustríssimo "Ilmo." para as demais autoridades);
- Nome e qualificação do requerente;
- Exposição e solicitação;
- Pedido de deferimento;
- Localidade e data;
- Assinatura.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Call Center ontem e hoje
Atualmente, um call center é, em geral, mais ou menos assim:
Mas, há mais tempo, era bem diferente:
A segunda foto é do início da década de 1970 e na época esse tipo de atendimento telefônico não era conhecido e nem tinha os mesmos conceitos do que chamamos de call center hoje em dia. Na verdade, esse serviço era voltado basicamente para o completamento de ligações interurbanas, já que, praticamente não existia o interurbano automático, ou DDD como é mais conhecido.
Mas, há mais tempo, era bem diferente:
A segunda foto é do início da década de 1970 e na época esse tipo de atendimento telefônico não era conhecido e nem tinha os mesmos conceitos do que chamamos de call center hoje em dia. Na verdade, esse serviço era voltado basicamente para o completamento de ligações interurbanas, já que, praticamente não existia o interurbano automático, ou DDD como é mais conhecido.
Obs: O espaço físico onde foram tiradas as duas fotos é exatamente o mesmo. Elas estão separadas por uns 30 anos aproximadamente.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Análise de Pontos de Função: Glossário em Inglês e Português
Os manuais da técnica de Análise de Pontos de Função (APF) foram desenvolvidos originalmente em inglês, porém, os principais autores brasileiros sobre o assunto acabaram traduzindo os termos e siglas utilizados para o Português, quando escreveram os seus livros.
Assim, nós temos uma pequena confusão de siglas, dependendo se estamos lendo algum material de referência na língua original ou traduzido.
Para tentar dar uma organizada no assunto, estou fazendo um glossário, nas duas línguas, dos principais termos utilizados:
Data Functions:
Funções de Dado:
Transactional functions:
Funções de Transação:
Fórmula para calcular o valor do fator de ajuste:
VAF = (TDI * 0.01) + 0.65 ; where: TDI = ∑ DI
VAF = (TDI * 0.01) + 0.65 ; onde: TDI = ∑ NI
Fórmula para calcular o tamanho do projeto de desenvolvimento:
DFP = (UFP + CFP) * VAF
Fórmula para calcular tamanho de projeto de melhoria:
EFP = [(ADD + CHGA + CFP) * VAFA] + (DEL* VAFB)
Fórmula para estabelecer o tamanho inicial da aplicação:
AFP = ADD * VAF
Fórmula para calcular o tamanho da aplicação após um projeto de melhoria:
AFP = [(UFPB + ADD + CHGA) - (CHGB + DEL)] * VAFA
AFPA = [(AFPB + ADD + CHGA) - (CHGB + DEL)] * VAFA
Assim, nós temos uma pequena confusão de siglas, dependendo se estamos lendo algum material de referência na língua original ou traduzido.
Para tentar dar uma organizada no assunto, estou fazendo um glossário, nas duas línguas, dos principais termos utilizados:
- FPA - Function Point Analysis;
- APF - Análise de Pontos de Função;
- FP - Function Point;
- PF - Ponto de Função;
Data Functions:
Funções de Dado:
- ILF - Internal Logical Files;
- ALI - Arquivo Lógico Interno;
- EIF - External Interface Files;
- AIE - Arquivo de Interface Externa;
- DET - Data Element Type;
- TD - Tipo de Dado (ou menos usado: DER - Dado Elementar Referenciado);
- RET - Record Element Type;
- TR - Tipo de Registro (ou menos usado: RLR - Registro Lógico Referenciado);
Transactional functions:
Funções de Transação:
- EI - External Inputs;
- EE - Entrada Externa;
- EO - External Outputs;
- SE - Saída Externa;
- EQ - External Inquiry;
- CE - Consulta Externa;
- FTR - File Type Referenced;
- AR - Arquivo Referenciado (ou menos usado: ALR - Arquivo Lógico Referenciado);
- RET - Record Element Type;
- TR - Tipo de Registro (ou menos usado: RLR - Registro Lógico Referenciado);
Fórmula para calcular o valor do fator de ajuste:
VAF = (TDI * 0.01) + 0.65 ; where: TDI = ∑ DI
VAF = (TDI * 0.01) + 0.65 ; onde: TDI = ∑ NI
- VAF - Value Adjustment Factor;
- VAF - Valor do Fator de Ajuste;
- DI - Degree of Influence;
- NI - Nível de Influência;
- TDI - Total Degree of Influence;
- TDI - Nível de Influência Total;
Fórmula para calcular o tamanho do projeto de desenvolvimento:
DFP = (UFP + CFP) * VAF
- DFP - Development project function point count;
- DFP - Tamanho do projeto de desenvolvimento;
- UFP - Unadjusted function point count;
- UFP - Tamanho das funções entregues;
- CFP - Unadjusted function points added by the conversion;
- CFP - Tamanho das funções de conversão;
- VAF - Value Adjustment Factor;
- VAF - Valor do Fator de Ajuste;
Fórmula para calcular tamanho de projeto de melhoria:
EFP = [(ADD + CHGA + CFP) * VAFA] + (DEL* VAFB)
- EFP - Enhancement project function point count;
- EFP - Tamanho do projeto de melhoria;
- ADD - Unadjusted function point count of those functions that were or will be added;
- ADD - Tamanho das novas funções;
- CHGA - Unadjusted function point count of those functions that were or will be modified by the enhancement project after the modifications;
- CHGA - Tamanho das funções alteradas, depois da melhoria;
- CFP - Function point count of those functions added by the conversion;
- CFP - Tamanho das funções de conversão;
- VAFA - Value adjustment factor of the application after the enhancement project is complete;
- VAFA - VAF depois da melhoria;
- DEL - Unadjusted function point count of those functions that were or will be deleted by the enhancement project;
- DEL - Tamanho das funções excluídas.
- VAFB - Value adjustment factor of the application before the enhancement project begins;
- VAFB - VAF antes da melhoria;
Fórmula para estabelecer o tamanho inicial da aplicação:
AFP = ADD * VAF
- AFP - Initial application function point count;
- AFP - Tamanho inicial da aplicação;
- ADD - Unadjusted function point count of those functions that were installed by the development project;
- ADD - Tamanho das funções da aplicação;
- VAF - Value adjustment factor of the application;
- VAF - Valor do Fator de Ajuste;
Fórmula para calcular o tamanho da aplicação após um projeto de melhoria:
AFP = [(UFPB + ADD + CHGA) - (CHGB + DEL)] * VAFA
AFPA = [(AFPB + ADD + CHGA) - (CHGB + DEL)] * VAFA
- AFP - Application's adjusted function point count;
- AFPA - Tamanho da aplicação após a melhoria;
- UFPB - Application's unadjusted function point count before the enhancement project begins;
- AFPB - Tamanho da aplicação antes da melhoria;
- ADD - Unadjusted function point count of those functions that were added by the enhancement project;
- ADD - Tamanho das novas funções;
- CHGA - Unadjusted function point count of those functions that were changed by the enhancement project, after the changes;
- CHGA - Tamanho das funções alteradas, depois da melhoria;
- CHGB - Unadjusted function point count of those functions that were changed by the enhancement project, before the changes were made;
- CHGB - Tamanho das funções alteradas, antes da melhoria;
- DEL - Unadjusted function point count of those functions that were deleted by the enhancement project;
- DEL - Tamanho das funções excluídas;
- VAFA - Value adjustment factor of the application after the enhancement project is complete;
- VAFA - VAF depois da melhoria;
sexta-feira, 26 de março de 2010
JAD (Joint Application Design) - Técnica de levantamento interativo
No desenvolvimento de sistemas, uma das tarefas mais difíceis é conseguir extrair do cliente todos os requisitos necessários a fim de retratar fielmente o processo de negócio que será implementado por meio de um sistema informatizado.
Esta dificuldade tem várias causas possíveis: muitas vezes os requisitos não estão suficientemente claros para o próprio cliente do sistema; os processos de negócios passam por áreas e pessoas diferentes e nem sempre elas concordam sobre quais são os requisitos do sistema; outras vezes, o cliente aproveita a oportunidade de informatizar o processo de negócio para rever o próprio processo e essas duas atividades acabam se confundindo; o cliente pode mudar de ideia ao longo do tempo e um requisito definido no início da especificação pode estar diferente no final.
Para minimizar estes problemas, uma solução é reunir todos os envolvidos com a definição dos requisitos e fazer um esforço concentrado para levantar os requisitos do sistema no menor espaço de tempo possível.
Uma boa ferramenta para promover este tipo de dinâmica é o JAD (Joint Application Design). O JAD é uma técnica de levantamento interativo, criada por dois profissionais da IBM do Canadá na década de 1970 onde, em uma ou mais sessões, são reunidos todos os interessados no assunto para tomar as decisões sobre o mesmo. A técnica tem uma abordagem voltada para o trabalho em equipe e visa definir um modelo de solução de problemas baseado em CONSENSO.
A dinâmica do JAD:
São feitas reuniões participativas, chamadas de sessões, envolvendo representantes de todas as áreas relacionadas com os assuntos em discussão.
As regras da sessão:
Esta dificuldade tem várias causas possíveis: muitas vezes os requisitos não estão suficientemente claros para o próprio cliente do sistema; os processos de negócios passam por áreas e pessoas diferentes e nem sempre elas concordam sobre quais são os requisitos do sistema; outras vezes, o cliente aproveita a oportunidade de informatizar o processo de negócio para rever o próprio processo e essas duas atividades acabam se confundindo; o cliente pode mudar de ideia ao longo do tempo e um requisito definido no início da especificação pode estar diferente no final.
Para minimizar estes problemas, uma solução é reunir todos os envolvidos com a definição dos requisitos e fazer um esforço concentrado para levantar os requisitos do sistema no menor espaço de tempo possível.
Uma boa ferramenta para promover este tipo de dinâmica é o JAD (Joint Application Design). O JAD é uma técnica de levantamento interativo, criada por dois profissionais da IBM do Canadá na década de 1970 onde, em uma ou mais sessões, são reunidos todos os interessados no assunto para tomar as decisões sobre o mesmo. A técnica tem uma abordagem voltada para o trabalho em equipe e visa definir um modelo de solução de problemas baseado em CONSENSO.
A dinâmica do JAD:
São feitas reuniões participativas, chamadas de sessões, envolvendo representantes de todas as áreas relacionadas com os assuntos em discussão.
As regras da sessão:
- Todos os participantes são iguais. Nas sessões JAD, a estrutura hierárquica e de poder são deixadas do lado de fora. Todas as posições tem o mesmo peso e serão avaliadas pelo grupo sem levar em conta qual é a origem da mesma.
- Apenas uma pessoa fala de cada vez. Assim todos terão chance de expressar a sua opinião e de ouvir as opiniões do restante do grupo.
- Todas as opiniões são válidas. É preciso não ter uma posição pré-concebida sobre as opiniões dadas.
- Hora para começar, interromper e terminar. É necessário definir uma agenda para as sessões e cumpri-la à risca.
- Celular desligado. Durante a sessão não devem acontecer interrupções externas.
- Recursos visuais. Utilizar intensivamente recursos visuais para tornar o projeto do sistema mais palpável e permitir que ele seja entendido pelos diversos participantes. Uma fotografia é mais explicativa e rica em detalhes do que 1000 palavras para a descrição de um fato.
- Sponsor (Patrocinador). É o executivo responsável pelo projeto, o dono do sistema. Ele precisa ter autonomia para tomar decisões, definir estratégias e direcionar o trabalho.
- Facilitador. É o responsável por conduzir a sessão. Ele não precisa ser um especialista no assunto que está sendo tratado. Ele deverá estar focado em organizar a dinâmica, dando a palavra a cada participante, obtendo o consenso sobre os assuntos tratados, organizando o registro das decisões e intermediando os conflitos.
- Escriba. É a pessoa responsável por registrar todas as discussões e decisões em um local que todos possam visualizar, como um quadro ou flip-chart.
- Documentador. É o responsável por registrar todas as decisões em um documento formal, como uma ata de reunião ou uma especificação de requisitos, que será assinado por todos ao final das sessões.
- Especialistas. São as pessoas que tem conhecimento do assunto que está sendo discutido e que podem efetivamente contribuir para a discussão e na tomada de decisões.
- Observadores. São pessoas que estão na sessão apenas para conhecer mais do assunto que está sendo tratado ou para assimilar a técnica da reunião. Os observadores não podem se manifestar durante a sessão.
- A sessão precisa ter presente as pessoas que tem poder de decisão sobre o assunto tratado, pois, não adianta tomar decisões durante a reunião que poderão ser contestadas quando todos voltarem para o escritório.
- As decisões precisam ser tomadas por consenso, pois, todos os participantes da sessão precisam sair de lá comprometidos com as definições registradas.
- As sessões devem ocorrer fora do ambiente de trabalho dos participantes para evitar interrupções e prevenir que os participantes se vejam tentados a tratar de assuntos ligados a sua rotina diária.
- Não deixar que os participantes imponham suas opiniões em função do seu nível hierárquico, para evitar que pessoas de nível hierárquico mais baixo fiquem constrangidas em debater ou discordar.
- Definir claramente qual será o produto gerado no final das sessões.
- Maior produtividade. Estudos relatam aumentos de 20 a 60% na produtividade, em relação aos métodos tradicionais.
- Maior qualidade. Usuários e analistas de sistemas costumam citar “projeto de softwares de alta qualidade” como sendo o maior benefício do método.
- Trabalho em equipe. Promove o espírito de cooperação, entendimento e trabalho em equipe.
- Custos mais baixos. O projeto de alta qualidade, obtido através do JAD, possibilita uma grande economia de tempo e dinheiro mesmo após a entrega do sistema.
quarta-feira, 10 de março de 2010
MPT.BR - Modelo de maturidade em teste de software
Assim como existem modelos para medir a maturidade de uma empresa no desenvolvimento de software, tais como MPS.BR e CMMI, existem também modelos para medir a maturidade da organização no processo de teste do software.
Aqui no Brasil está sendo desenvolvido o modelo MPT.BR - Melhoria de Processo de Teste de Software Brasileiro.
Duas entidades trabalham em conjunto no seu desenvolvimento:
O conceito do modelo de maturidade no teste é o mesmo do modelo de maturidade no desenvolvimento de software. Ambos procuram determinar em que estágio de maturidade a organização se encontra naquele assunto e classifica os diversos estágios em diferentes graus de maturidade.
Segundo a ALATS, o MPT.BR foi criado com o objetivo de manter a compatibilidade com o MPS.BR e com o CMMI e permitir que empresas que implementaram um dos dois na sua área de desenvolvimento, possam, com um pequeno esforço adicional, aumentar o nível de maturidade da sua área de teste de software. Entende-se que a melhoria da área de desenvolvimento, por si só, é insuficiente para que os resultados melhorem substancialmente. Acredita-se que seja necessária uma melhoria de maturidade também da área de teste de software.
O MPT.BR é leve e passível de ser adotado por áreas de teste de software para apurar o seu nível de maturidade, sem com isso onerar os seus processos anteriormente implementados. O objetivo principal será garantir que áreas de teste de software de tamanho reduzido possam ser avaliadas e estimuladas a alcançarem níveis maiores de maturidade, sem que para isso tenham que incorrer em altos custos operacionais.
Os critérios usados pelas duas entidades na estruturação do modelo foram:
Os níveis de maturidade definidos no modelo são:
Abaixo, estão listados alguns outros modelos de maturidade de teste existentes no mercado:
Porém, os diversos modelos existentes apresentam alguns problemas que acabaram por levar à definição do modelo MPT.BR:
Comparação entre os níveis de maturidade do CMMI, MPS.BR e MPT.BR:
Aqui no Brasil está sendo desenvolvido o modelo MPT.BR - Melhoria de Processo de Teste de Software Brasileiro.
Duas entidades trabalham em conjunto no seu desenvolvimento:
- ALATS – Associação Latino Americana de Teste de Software
- RIOSOFT – Sociedade Núcleo de Apoio à Produção e a Exportação de Software
O conceito do modelo de maturidade no teste é o mesmo do modelo de maturidade no desenvolvimento de software. Ambos procuram determinar em que estágio de maturidade a organização se encontra naquele assunto e classifica os diversos estágios em diferentes graus de maturidade.
Segundo a ALATS, o MPT.BR foi criado com o objetivo de manter a compatibilidade com o MPS.BR e com o CMMI e permitir que empresas que implementaram um dos dois na sua área de desenvolvimento, possam, com um pequeno esforço adicional, aumentar o nível de maturidade da sua área de teste de software. Entende-se que a melhoria da área de desenvolvimento, por si só, é insuficiente para que os resultados melhorem substancialmente. Acredita-se que seja necessária uma melhoria de maturidade também da área de teste de software.
O MPT.BR é leve e passível de ser adotado por áreas de teste de software para apurar o seu nível de maturidade, sem com isso onerar os seus processos anteriormente implementados. O objetivo principal será garantir que áreas de teste de software de tamanho reduzido possam ser avaliadas e estimuladas a alcançarem níveis maiores de maturidade, sem que para isso tenham que incorrer em altos custos operacionais.
Os critérios usados pelas duas entidades na estruturação do modelo foram:
- Definir critérios que garantam a qualidade do processo de teste de software
- Não criar nada novo, logo a base é um modelo de melhoria do processo de desenvolvimento de software, no caso o MPS.BR (ou CMMI), já existente no mercado
- Poder ser usado por áreas de teste de software de empresas pequenas, médias e grandes
- Permitir a evolução das áreas de testes atingindo níveis mais altos de maturidade e, conseqüentemente, níveis mais altos de qualidade
Os níveis de maturidade definidos no modelo são:
- Nível 1 Gerência de Projetos de Teste - GPT
- Nível 2 Gerência de Requisitos de Teste - GRT
- Nível 3 Aquisição – AQU (opcional); Gerência de Configuração – GCO; Garantia da Qualidade - GQA; Medição - MED
- Nível 4 Gerência de Recursos Humanos - GRH; Gerência de Reutilização - GRU (opcional)
- Nível 5 Desenvolvimento de Requisitos - DRE; Integração do Produto - ITP; Validação - VAL (opcional); Verificação
- Nível 6 Análise de Decisão e Resolução - ADR; Desenvolvimento para Reutilização - DRU (opcional); Gerência de Riscos - GRI
- Nível 7 Análise de Causas e Resolução de Problemas
Abaixo, estão listados alguns outros modelos de maturidade de teste existentes no mercado:
- Testability Suport Model (TSM)
- Testing Maturity Model (TMM)
- Test Process Improvement (TPI)
- Test Organization Maturity (TOMtm)
- Testing Assessement Program (TAP)
- Testing Improvement Model (TIM)
- Outros (Ex.: MMT)
Porém, os diversos modelos existentes apresentam alguns problemas que acabaram por levar à definição do modelo MPT.BR:
- Não existe uma entidade no Brasil responsável pela manutenção dos modelos
- Foram elaborados por entidades privadas
- Não são fáceis e nem baratos de serem implementados
Comparação entre os níveis de maturidade do CMMI, MPS.BR e MPT.BR:
- MPT: Nível 1 - MPS: Sem correspondência - CMMI: Sem correspondência
- MPT: Nível 2 - MPS: Nível G - CMMI: Sem correspondência
- MPT: Nível 3 - MPS: Nível F - CMMI: Level 2
- MPT: Nível 4 - MPS: Nível E - CMMI: Sem correspondência
- MPT: Nível 5 - MPS: Nível D - CMMI: Sem correspondência
- MPT: Nível 6 - MPS: Nível C - CMMI: Level 3
- MPT: Nível 7 - MPS: Nível A - CMMI: Level 4, 5
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Dia Mundial da Internet Segura
9 de fevereiro é o Dia Mundial da Internet Segura.
O Dia da Internet Segura ("Safer Internet Day") é uma iniciativa que mobiliza países de todo o mundo para promover o uso seguro da internet. Essa ideia foi organizada pela Rede Insafe, que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da internet nos países da União Européia. Este ano, o tema central é "Pense antes de postar". No site do Programa, você encontra cartilhas, jogos, vídeos e muitas atividades voltadas para a conscientização de crianças, jovens e adultos sobre a utilização da internet.
O Dia da Internet Segura ("Safer Internet Day") é uma iniciativa que mobiliza países de todo o mundo para promover o uso seguro da internet. Essa ideia foi organizada pela Rede Insafe, que agrupa as organizações que trabalham na promoção do uso consciente da internet nos países da União Européia. Este ano, o tema central é "Pense antes de postar". No site do Programa, você encontra cartilhas, jogos, vídeos e muitas atividades voltadas para a conscientização de crianças, jovens e adultos sobre a utilização da internet.
Em sintonia com essa comemoração, o Ministério Público de Minas Gerais lançou hoje a segunda edição da cartilha "Navegar com Segurança". Em breve, o material estará disponível para download no site da Promotoria de Crimes Cibernéticos. Por enquanto, você pode conferir a primeira edição da cartilha:
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Virtualização e Computação em nuvem
Na área de TI, de tempos em tempos, alguns termos entram na moda e passam a ser repetidos como um mantra. Atualmente, um dos termos mais citados é a "Computação em nuvem" (*) (ou, em inglês, Cloud computing) que é um conceito que deriva do conceito de "Virtualização", que é outro hit do momento.
Assim sendo, aproveitando a oportunidade, vamos ver do que se tratam estes dois termos e tentar esclarecer um pouco dos conceitos por trás dos mesmos.
Primeiro, é preciso tomar certo cuidado, pois, como todo termo que se torna moda, a "Computação em nuvem" já foi adotada pelo marketing e, dessa forma, qualquer produto que quer se mostrar como moderno e antenado é classificado como "Cloud", o que nem sempre é verdade.
Virtualização de servidores
A virtualização de servidores é a tecnologia capaz de simular ambientes totalmente autônomos em uma mesma máquina física. Ou seja, é a possibilidade de criar maior quantidade de servidores lógicos do que se dispõe de servidores físicos.
Essa é uma tecnologia que não é exatamente recente, ela já é usada nos mainframes desde a década de 1960.
A virtualização de servidores proporciona redução nos custos de aquisição dos servidores físicos, facilita a administração, diminui os recursos de infra-estrutura necessários para hospedar os servidores e o consumo de energia
A virtualização pode ser feita com a instalação de uma camada software desenvolvida especificamente para esta finalidade. Os principais fornecedores são: VMware, Citrix e Microsoft.
Uma infra-estrutura virtual consiste nos seguintes componentes:
- O monitor das máquinas virtuais, conhecido como Hypervisor;
- Os serviços de infra-estrutura virtual, como gerenciamento de recursos e backup consolidado, para otimizar os recursos disponíveis entre as máquinas virtuais;
- Soluções de automação que oferecem recursos especiais para otimizar um processo de TI específico, como provisionamento ou recuperação de desastres.
Você pode virtualizar um servidor físico, transformando-o em vários servidores virtuais, como pode virtualizar vários servidores físicos em conjunto transformando-os em outro conjunto de servidores virtuais.
Principais benefícios da virtualização:
- Diminuição do espaço físico, do cabeamento e do consumo de energia;
- Facilitação do gerenciamento e manutenção;
- Mais facilidade de monitoramento do ambiente, com diversas métricas de medição do consumo de hardware;
- Flexibilidade e escalabilidade;
Principais dificuldades encontradas para implantação:
- Resistência dos fornecedores de software em relação à compatibilidade com os servidores virtuais;
- Nem todos os produtos são suportados pelos fabricantes em ambiente virtual;
- A administração do ambiente fica mais complexa, podendo dificultar que se encontre a causa raiz de um problema. Para minimizar isso, é preciso investir em treinamento e em ferramentas de monitoramento e diagnóstico.
Computação em nuvem (Cloud computing)
Computação em nuvem está intimamente relacionada com a virtualização e pode ser considerada a versão "nas nuvens" dessa tecnologia.
A Computação em nuvem é fruto da convergência de diferentes tecnologias já existentes: Software como serviço (Software as a service - SaaS), Computação em grid (Grid computing) e a própria virtualização.
Ela se apóia principalmente nas possibilidades de conexão e interatividade permitidas pela internet para proporcionar aos usuários acesso a data centers remotos administrados por terceiros.
Trata-se na verdade da transferência dos recursos computacionais antes localizados nas estações de trabalho e servidores locais para estruturas tecnológicas localizadas em local fora do nosso ambiente.
Os exemplos mais comuns são os serviços de webmail e de edição de documentos, que hoje permitem que as mensagens e documentos fiquem armazenados na nuvem e possamos acessá-las de qualquer lugar em que haja conexão com a internet.
Para as empresas, a Computação em nuvem permite a flexibilidade e a elasticidade dos data centers, pois, a contratação dos serviços de processamento, armazenamento, backup, etc. pode ser feita de acordo com a demanda de momento, sendo mais fácil tratar os casos de sazonalidade.
Este conceito, ainda é adotado de forma tímida pelas empresas, em função do receio em relação às questões de segurança, confidencialidade, disponibilidade e responsabilidade legal.
(*) Em português, tem-se adotado outras variações para "Computação em nuvem", como "Computação nas nuvens" ou "Computação na nuvem", mas, eu prefiro adotar a primeira forma, pois, acredito que ele representa melhor o conceito que se deseja transmitir.
Assim sendo, aproveitando a oportunidade, vamos ver do que se tratam estes dois termos e tentar esclarecer um pouco dos conceitos por trás dos mesmos.
Primeiro, é preciso tomar certo cuidado, pois, como todo termo que se torna moda, a "Computação em nuvem" já foi adotada pelo marketing e, dessa forma, qualquer produto que quer se mostrar como moderno e antenado é classificado como "Cloud", o que nem sempre é verdade.
Virtualização de servidores
A virtualização de servidores é a tecnologia capaz de simular ambientes totalmente autônomos em uma mesma máquina física. Ou seja, é a possibilidade de criar maior quantidade de servidores lógicos do que se dispõe de servidores físicos.
Essa é uma tecnologia que não é exatamente recente, ela já é usada nos mainframes desde a década de 1960.
A virtualização de servidores proporciona redução nos custos de aquisição dos servidores físicos, facilita a administração, diminui os recursos de infra-estrutura necessários para hospedar os servidores e o consumo de energia
A virtualização pode ser feita com a instalação de uma camada software desenvolvida especificamente para esta finalidade. Os principais fornecedores são: VMware, Citrix e Microsoft.
Uma infra-estrutura virtual consiste nos seguintes componentes:
- O monitor das máquinas virtuais, conhecido como Hypervisor;
- Os serviços de infra-estrutura virtual, como gerenciamento de recursos e backup consolidado, para otimizar os recursos disponíveis entre as máquinas virtuais;
- Soluções de automação que oferecem recursos especiais para otimizar um processo de TI específico, como provisionamento ou recuperação de desastres.
Você pode virtualizar um servidor físico, transformando-o em vários servidores virtuais, como pode virtualizar vários servidores físicos em conjunto transformando-os em outro conjunto de servidores virtuais.
Principais benefícios da virtualização:
- Diminuição do espaço físico, do cabeamento e do consumo de energia;
- Facilitação do gerenciamento e manutenção;
- Mais facilidade de monitoramento do ambiente, com diversas métricas de medição do consumo de hardware;
- Flexibilidade e escalabilidade;
Principais dificuldades encontradas para implantação:
- Resistência dos fornecedores de software em relação à compatibilidade com os servidores virtuais;
- Nem todos os produtos são suportados pelos fabricantes em ambiente virtual;
- A administração do ambiente fica mais complexa, podendo dificultar que se encontre a causa raiz de um problema. Para minimizar isso, é preciso investir em treinamento e em ferramentas de monitoramento e diagnóstico.
Computação em nuvem (Cloud computing)
Computação em nuvem está intimamente relacionada com a virtualização e pode ser considerada a versão "nas nuvens" dessa tecnologia.
A Computação em nuvem é fruto da convergência de diferentes tecnologias já existentes: Software como serviço (Software as a service - SaaS), Computação em grid (Grid computing) e a própria virtualização.
Ela se apóia principalmente nas possibilidades de conexão e interatividade permitidas pela internet para proporcionar aos usuários acesso a data centers remotos administrados por terceiros.
Trata-se na verdade da transferência dos recursos computacionais antes localizados nas estações de trabalho e servidores locais para estruturas tecnológicas localizadas em local fora do nosso ambiente.
Os exemplos mais comuns são os serviços de webmail e de edição de documentos, que hoje permitem que as mensagens e documentos fiquem armazenados na nuvem e possamos acessá-las de qualquer lugar em que haja conexão com a internet.
Para as empresas, a Computação em nuvem permite a flexibilidade e a elasticidade dos data centers, pois, a contratação dos serviços de processamento, armazenamento, backup, etc. pode ser feita de acordo com a demanda de momento, sendo mais fácil tratar os casos de sazonalidade.
Este conceito, ainda é adotado de forma tímida pelas empresas, em função do receio em relação às questões de segurança, confidencialidade, disponibilidade e responsabilidade legal.
(*) Em português, tem-se adotado outras variações para "Computação em nuvem", como "Computação nas nuvens" ou "Computação na nuvem", mas, eu prefiro adotar a primeira forma, pois, acredito que ele representa melhor o conceito que se deseja transmitir.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Contrato CLT X PJ: Planilha com IRPF e INSS 2010
Anteriormente eu comparei o salário com carteira assinada (CLT) e o faturamento necessário como pessoa jurídica (PJ), para que houvesse equivalência entre os dois.
Disponibilizei, ainda, uma planilha para simulações, porém, com a mudança anual das tabelas de desconto do imposto de renda de pessoa física (IRPF) e do INSS, a planilha fica desatualizada. Assim sendo, eu estou disponibilizando uma nova versão da planilha, com as tabelas de desconto do imposto de renda retido na fonte e do INSS configuradas para 2010. A planilha atualizada pode ser encontrada em:
http://guiarapido.tripod.com/arq.html
Disponibilizei, ainda, uma planilha para simulações, porém, com a mudança anual das tabelas de desconto do imposto de renda de pessoa física (IRPF) e do INSS, a planilha fica desatualizada. Assim sendo, eu estou disponibilizando uma nova versão da planilha, com as tabelas de desconto do imposto de renda retido na fonte e do INSS configuradas para 2010. A planilha atualizada pode ser encontrada em:
http://guiarapido.tripod.com/arq.html
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