Está pronta a pizza do mensalão na pizzaria STF. Acabou de sair quentinha do forno agora...
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Cursos gratuitos na Fundação Bradesco
A Fundação Bradesco possui uma Escola Virtual que oferece diversos cursos à distância, de vários assuntos diferentes, totalmente gratuitos e que podem ser feitos por qualquer pessoa.
É uma excelente oportunidade para quem está precisando melhorar os seus conhecimentos, mas está com o orçamento apertado.
Vejam mais detalhes no site:
É uma excelente oportunidade para quem está precisando melhorar os seus conhecimentos, mas está com o orçamento apertado.
Vejam mais detalhes no site:
sexta-feira, 19 de abril de 2013
O senhor de engenho, o capataz e o escravo
Vejam essa entrevista do Waldez Luiz Ludwig para a Leda Nagle no programa Sem Censura. Não é o retrato exato de pelo menos 90% das empresas brasileiras?
A formação da nossa sociedade tem uma raiz cultural muito forte que é difícil de romper. Continuamos até hoje no sistema de “casa grande e senzala”.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Etiqueta virtual: Boas práticas no envio de emails
Existem algumas regras básicas ao enviar emails, que se forem seguidas por todos, farão a nossa relação com o email ser muito mais proveitosa, principalmente no mundo corporativo:
- Antes de enviar um email, pense se o destinatário realmente precisa recebê-lo. Muitas vezes copiamos pessoas que não tem interesse no assunto.
- Observe se o conteúdo pode ser divulgado para todos os destinatários e se não está sendo infringida a lei de direito autoral ou a política de confidencialidade da sua empresa.
- A privacidade das pessoas deve ser preservada também no mundo virtual. Por isso evite expor ou apontar erros, principalmente se houverem mais pessoas copiadas no email.
- Não use email particular para comunicações da empresa e nem email da empresa para comunicações particulares.
- Preencha sempre o campo assunto. É ele que vai determinar a prioridade e o interesse do destinatário na leitura.
- Mesmo que o objetivo seja apenas enviar algum documento anexo, redija uma pequena mensagem no corpo do email.
- Se no corpo da mensagem estiverem reproduzidas outras respostas originárias da troca de emails, apague aquilo que não for necessário.
- Apague do corpo da mensagem os endereços de email registrados pelas trocas anteriores de mensagens e que não são de interesse dos destinatários.
- Não estabeleça discussões inflamadas por email. A interpretação da leitura é pessoal e o objetivo da sua mensagem pode ser distorcido. Em certos casos o melhor é conversar pessoalmente.
quinta-feira, 7 de março de 2013
TV Philips deu defeito em garantia e eles não consertam
Eu comprei uma TV de LED 24'' da Philips (modelo 24PFL3017D) no dia 15/12/2012.
No dia 20/01/2013, ou seja, pouco mais de um mês depois da compra, dentro do período de garantia, ela começou a apresentar defeito.
No dia 25/01 eu levei a TV à assistência técnica autorizada da Philips em Belo Horizonte, Servicenter Eletrônica. Eles me pediram 5 dias úteis para avaliar o defeito.
Decorridos os 5 dias úteis, eu entrei em contato com a assistência técnica e eles me disseram que haviam identificado o defeito, mas que estavam esperando a peça chegar para efetuar o conserto. Me pediram para isso um prazo de 20 dias. Eu achei um absurdo, mas por falta de opção, aguardei.
No dia 25/02 eu voltei a entrar em contato com Assistência Técnica, eles disseram que continuavam aguardando a peça e me orientaram entrar em contato com a Philips para verificar a possibilidade de trocar a TV por uma nova.
No mesmo dia eu liguei para o SAC da Philips e eles me pediram 5 dias úteis para avaliar a situação e me dar uma resposta. Como a única coisa que eles sabem fazer é pedir prazo, mais uma vez eu aguardei.
Depois de vencido o prazo pedido, no dia 05/03 eu voltei a ligar para a Philips e eles me disseram que estava pendente a autorização da gerência para trocar o aparelho e me pediram novamente mais prazo, até o dia 08/03.
Em resumo, faz mais de 40 dias que eu levei a minha TV para consertar um defeito em garantia e até hoje ela não foi consertada e nem me deram nenhuma posição sobre o que a Philips pretende fazer.
E eu ainda sei que, mesmo depois que a Philips me der uma decisão positiva, eu terei que esperar mais tempo, pois, já vi relatos de outros consumidores de que a Philips pede 40 dias para efetuar a troca, como se aparelhos de TV estivessem em falta no mercado.
Assim sendo, se tudo der certo e eles me responderem como prometeram até 8/março e me entregarem uma TV nova 40 dias depois, eu terei ficado no total 83 dias sem TV.
Ou seja, Philips nunca mais.
No dia 20/01/2013, ou seja, pouco mais de um mês depois da compra, dentro do período de garantia, ela começou a apresentar defeito.
No dia 25/01 eu levei a TV à assistência técnica autorizada da Philips em Belo Horizonte, Servicenter Eletrônica. Eles me pediram 5 dias úteis para avaliar o defeito.
Decorridos os 5 dias úteis, eu entrei em contato com a assistência técnica e eles me disseram que haviam identificado o defeito, mas que estavam esperando a peça chegar para efetuar o conserto. Me pediram para isso um prazo de 20 dias. Eu achei um absurdo, mas por falta de opção, aguardei.
No dia 25/02 eu voltei a entrar em contato com Assistência Técnica, eles disseram que continuavam aguardando a peça e me orientaram entrar em contato com a Philips para verificar a possibilidade de trocar a TV por uma nova.
No mesmo dia eu liguei para o SAC da Philips e eles me pediram 5 dias úteis para avaliar a situação e me dar uma resposta. Como a única coisa que eles sabem fazer é pedir prazo, mais uma vez eu aguardei.
Depois de vencido o prazo pedido, no dia 05/03 eu voltei a ligar para a Philips e eles me disseram que estava pendente a autorização da gerência para trocar o aparelho e me pediram novamente mais prazo, até o dia 08/03.
Em resumo, faz mais de 40 dias que eu levei a minha TV para consertar um defeito em garantia e até hoje ela não foi consertada e nem me deram nenhuma posição sobre o que a Philips pretende fazer.
E eu ainda sei que, mesmo depois que a Philips me der uma decisão positiva, eu terei que esperar mais tempo, pois, já vi relatos de outros consumidores de que a Philips pede 40 dias para efetuar a troca, como se aparelhos de TV estivessem em falta no mercado.
Assim sendo, se tudo der certo e eles me responderem como prometeram até 8/março e me entregarem uma TV nova 40 dias depois, eu terei ficado no total 83 dias sem TV.
Ou seja, Philips nunca mais.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Resposta de um mineiro ao pedido dos cariocas de VETA DILMA sobre os royalties do petróleo
Vejam a mensagem que recebi e achei muito interessante:
Minas Gerais carregou o Brasil e a Europa nas costas durante 150 anos, nos ciclos do ouro e diamante! Ficaram para os mineiros os buracos e a degradação ambiental! Depois veio o ciclo do minério de ferro, até hoje principal item da pauta de exportações brasileiras, que rendeu ao Rio de Janeiro uma das maiores indústrias siderúrgicas do Brasil, a CSN, e a sede da VALE.
Curioso é que o Rio de Janeiro não produz um único grama de minério de ferro, mas recebeu a siderúrgica rendendo impostos e gerando empregos e a sede da mineradora recebendo royalties de exploração de minério.
Mais uma vez Minas Gerais carregando o Brasil nas costas e, de vinte anos para cá, ajudada pelo Pará em razão das reservas de minério de ferro descobertas nesse Estado. Outra vez ficam para os mineiros e paraenses os buracos e a devastação ambiental. Isso sem falar da água; quem estudou geografia sabe que Minas Gerais é a "caixa d'água do Brasil", aqui nascem praticamente todos os rios responsáveis pela geração de energia hidráulica e, embora a usina de FURNAS seja em MG, a sede é no Rio.
Me causa estranheza essa posição de alguns cariocas/fluminenses, pois toda riqueza do subsolo, inclusive marítimo, pertence a UNIÃO. Ao contrário do ouro, do diamante e do minério de ferro que estão sob o território mineiro, as jazidas do pré-sal estão a 400 quilômetros do litoral do Rio do Janeiro e nenhum Estado Brasileiro, inclusive o RJ, tem recursos aplicados na pesquisa, exploração e refino de petróleo, pois todo dinheiro é da UNIÃO que é a principal acionista da PETROBRAS.
Acho piada de mau gosto quando esses políticos fluminenses falam em "Estados produtores de petróleo" sabendo dessas características da exploração do petróleo e dos eternos benefícios que o RJ recebe, tais como jogos panamericanos, olimpíadas, etc. Acho um absurdo ver crianças de outras regiões mais pobres do Brasil estudando em salas de aula sem luz, sentadas duas ou três numa mesma cadeira, quando há cadeira, enquanto que a prefeitura de Macaé/RJ gasta, torra, esbanja, joga fora dinheiro pintando de cores berrantes passeios públicos!
Proponho que todos brasileiros dos outros Estados façam o protesto VOTA DILMA e mandem e-mails para seus deputados e senadores para acompanhar de perto essa questão do pré-sal.
É como disse certa vez um compositor, cujo nome me esqueci, "o Rio de Janeiro é um Estado de frente para o mar e de costas para o Brasil".
Minas Gerais carregou o Brasil e a Europa nas costas durante 150 anos, nos ciclos do ouro e diamante! Ficaram para os mineiros os buracos e a degradação ambiental! Depois veio o ciclo do minério de ferro, até hoje principal item da pauta de exportações brasileiras, que rendeu ao Rio de Janeiro uma das maiores indústrias siderúrgicas do Brasil, a CSN, e a sede da VALE.
Curioso é que o Rio de Janeiro não produz um único grama de minério de ferro, mas recebeu a siderúrgica rendendo impostos e gerando empregos e a sede da mineradora recebendo royalties de exploração de minério.
Mais uma vez Minas Gerais carregando o Brasil nas costas e, de vinte anos para cá, ajudada pelo Pará em razão das reservas de minério de ferro descobertas nesse Estado. Outra vez ficam para os mineiros e paraenses os buracos e a devastação ambiental. Isso sem falar da água; quem estudou geografia sabe que Minas Gerais é a "caixa d'água do Brasil", aqui nascem praticamente todos os rios responsáveis pela geração de energia hidráulica e, embora a usina de FURNAS seja em MG, a sede é no Rio.
Me causa estranheza essa posição de alguns cariocas/fluminenses, pois toda riqueza do subsolo, inclusive marítimo, pertence a UNIÃO. Ao contrário do ouro, do diamante e do minério de ferro que estão sob o território mineiro, as jazidas do pré-sal estão a 400 quilômetros do litoral do Rio do Janeiro e nenhum Estado Brasileiro, inclusive o RJ, tem recursos aplicados na pesquisa, exploração e refino de petróleo, pois todo dinheiro é da UNIÃO que é a principal acionista da PETROBRAS.
Acho piada de mau gosto quando esses políticos fluminenses falam em "Estados produtores de petróleo" sabendo dessas características da exploração do petróleo e dos eternos benefícios que o RJ recebe, tais como jogos panamericanos, olimpíadas, etc. Acho um absurdo ver crianças de outras regiões mais pobres do Brasil estudando em salas de aula sem luz, sentadas duas ou três numa mesma cadeira, quando há cadeira, enquanto que a prefeitura de Macaé/RJ gasta, torra, esbanja, joga fora dinheiro pintando de cores berrantes passeios públicos!
Proponho que todos brasileiros dos outros Estados façam o protesto VOTA DILMA e mandem e-mails para seus deputados e senadores para acompanhar de perto essa questão do pré-sal.
É como disse certa vez um compositor, cujo nome me esqueci, "o Rio de Janeiro é um Estado de frente para o mar e de costas para o Brasil".
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Emprego dos pronomes de tratamento na redação oficial
O emprego dos pronomes de tratamento na redação oficial obedece a uma tradição secular, de uso consagrado. São formas de distinção e respeito com que nos dirigimos a autoridades civis, militares e eclesiásticas. Apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal.
Abaixo seguem as regras mais comunmente adotadas:
A determinação do pronome de tratamento utilizado se dá em razão do cargo do destinatário, conforme descrito a seguir:
1) VOSSA EXCELÊNCIA
Para as seguintes autoridades:
Poder Executivo:
Presidente e Vice-Presidente da República; Ministros de Estado; Chefe da Casa Civil da Presidência da República; Chefe do Gabinete de Segurança Institucional; Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República; Advogado-Geral da União; Chefe da Corregedoria-Geral da União; Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das Forças Armadas; Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos Estaduais e Prefeitos Municipais.
Poder Legislativo:
Deputados Federais e Senadores; Ministros do Tribunal de Contas da União; Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais e Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.
Poder Judiciário:
Ministros dos Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes e Auditores da Justiça Militar.
Vocativo
O vocativo em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo(a) Senhor(a), por extenso, seguido do cargo respectivo:
As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:
2) VOSSA SENHORIA
Empregado para as demais autoridades e para particulares.
Vocativo: Senhor.
Quando o documento é dirigido a alguma autoridade ou chefia, do governo ou de empresas particulares, menciona-se o cargo após a palavra Senhor:
Quando o destinatário é um cidadão, um particular, aplica-se a palavra Senhor ou Senhora seguido do nome da pessoa:
3) VOSSA MAGNIFICÊNCIA
A forma Vossa Magnificência é empregada em comunicações dirigidas a reitores de universidade.
Vocativo: Magnífico Reitor.
4) PRONOMES DE TRATAMENTO PARA RELIGIOSOS, de acordo com a hierarquia eclesiástica:
Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao papa.
Vocativo: Santíssimo Padre.
Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima, em comunicações aos cardeais.
Vocativo: Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal.
Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a arcebispos e bispos.
Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para monsenhores, cônegos e superiores religiosos.
Vossa Reverência é empregado para sacerdotes, padres, clérigos e demais religiosos.
Observações importantes:
Em comunicações oficiais, está em desuso o tratamento Digníssimo (DD). A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
É também dispensado o emprego do superlativo Ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.
Doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. Contudo, é costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.
No texto do expediente, apenas para os Chefes de Poder (Presidente da República, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal), o pronome de tratamento é usado por extenso. Para as demais autoridades, sempre abreviado (V. Exa. / V. Sa.).
CONCORDÂNCIA COM OS PRONOMES DE TRATAMENTO:
Os pronomes de tratamento, embora se refiram à segunda pessoa gramatical (com quem se fala), levam a concordância para a terceira pessoa. O verbo concorda com o substantivo que integra a locução: “Vossa Senhoria designará o substituto”; “Vossa Excelência esclareceu o assunto”.
Da mesma forma, os possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria encaminhará seu pedido” (e não “vosso pedido”).
Quando se dirige à pessoa com quem se fala, são usados Vossa Excelência, Vossa Senhoria; quando a ela se faz referência, usam-se Sua Excelência, Sua Senhoria.
Quanto aos adjetivos que se referem a esses pronomes, a concordância é feita com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se o interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.
Abaixo seguem as regras mais comunmente adotadas:
A determinação do pronome de tratamento utilizado se dá em razão do cargo do destinatário, conforme descrito a seguir:
1) VOSSA EXCELÊNCIA
Para as seguintes autoridades:
Poder Executivo:
Presidente e Vice-Presidente da República; Ministros de Estado; Chefe da Casa Civil da Presidência da República; Chefe do Gabinete de Segurança Institucional; Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República; Advogado-Geral da União; Chefe da Corregedoria-Geral da União; Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das Forças Armadas; Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos Estaduais e Prefeitos Municipais.
Poder Legislativo:
Deputados Federais e Senadores; Ministros do Tribunal de Contas da União; Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais e Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.
Poder Judiciário:
Ministros dos Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes e Auditores da Justiça Militar.
Vocativo
O vocativo em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo(a) Senhor(a), por extenso, seguido do cargo respectivo:
- Excelentíssimo Senhor Presidente da República
- Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional
- Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal
As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:
- Senhor Senador
- Senhor Juiz
- Senhor Ministro
- Senhor Secretário
2) VOSSA SENHORIA
Empregado para as demais autoridades e para particulares.
Vocativo: Senhor.
Quando o documento é dirigido a alguma autoridade ou chefia, do governo ou de empresas particulares, menciona-se o cargo após a palavra Senhor:
- Senhor Presidente
- Senhor Diretor
- Senhora Coordenadora
Quando o destinatário é um cidadão, um particular, aplica-se a palavra Senhor ou Senhora seguido do nome da pessoa:
- Senhor João Pereira
- Senhora Alaíde Soares
3) VOSSA MAGNIFICÊNCIA
A forma Vossa Magnificência é empregada em comunicações dirigidas a reitores de universidade.
Vocativo: Magnífico Reitor.
4) PRONOMES DE TRATAMENTO PARA RELIGIOSOS, de acordo com a hierarquia eclesiástica:
Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao papa.
Vocativo: Santíssimo Padre.
Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima, em comunicações aos cardeais.
Vocativo: Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal.
Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a arcebispos e bispos.
Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para monsenhores, cônegos e superiores religiosos.
Vossa Reverência é empregado para sacerdotes, padres, clérigos e demais religiosos.
Observações importantes:
Em comunicações oficiais, está em desuso o tratamento Digníssimo (DD). A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
É também dispensado o emprego do superlativo Ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.
Doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. Contudo, é costume designar por doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.
No texto do expediente, apenas para os Chefes de Poder (Presidente da República, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal), o pronome de tratamento é usado por extenso. Para as demais autoridades, sempre abreviado (V. Exa. / V. Sa.).
CONCORDÂNCIA COM OS PRONOMES DE TRATAMENTO:
Os pronomes de tratamento, embora se refiram à segunda pessoa gramatical (com quem se fala), levam a concordância para a terceira pessoa. O verbo concorda com o substantivo que integra a locução: “Vossa Senhoria designará o substituto”; “Vossa Excelência esclareceu o assunto”.
Da mesma forma, os possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria encaminhará seu pedido” (e não “vosso pedido”).
Quando se dirige à pessoa com quem se fala, são usados Vossa Excelência, Vossa Senhoria; quando a ela se faz referência, usam-se Sua Excelência, Sua Senhoria.
Quanto aos adjetivos que se referem a esses pronomes, a concordância é feita com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se o interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Não há sucesso no que não se gerencia
Bom pensamento sobre gerência:
“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia”.
William Edwards Deming
Ou seja, precisamos entender, definir e medir para chegar ao sucesso.
“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia”.
William Edwards Deming
Ou seja, precisamos entender, definir e medir para chegar ao sucesso.
terça-feira, 27 de março de 2012
Segurança: Contrato de código de conduta familiar
Uma preocupação constante dos pais é saber o que os filhos andam fazendo na internet. Como não dá para monitorar o tempo todo, a melhor opção é a orientação.
Assim, uma boa atitude é deixar claro o que podem e o que não podem fazer on-line. Uma ideia que pode ajudar é escrever um código de conduta que todos concordem em seguir. O objetivo do contrato é muito mais didático do que simplesmente ter um compromisso escrito.
Você pode criar contratos diferenciados para cada criança da família, com regras de uso da internet específicas para cada idade. Todos assinam seus contratos para mostrar que entendem as regras e que concordam em respeitá-las sempre que estiverem on-line. Se você quiser melhorar o comprometimento, pode criar contratos para que os pais também assinem.
Veja um modelo abaixo e adapte as regras de acordo com as necessidades de sua família. Assim que todos na sua família concordarem com os termos e assinarem o contrato familiar de uso da internet, você pode deixá-lo ao lado de cada computador na sua casa para lembrar a todos quais são as regras de uso da internet pela família.
Eu me comprometo a:
Nome (filho/filha) _______________________ Data ____________
Pai, mãe ou responsável_______________________ Data ____________
Fonte: http://www.microsoft.com/brasil/
Assim, uma boa atitude é deixar claro o que podem e o que não podem fazer on-line. Uma ideia que pode ajudar é escrever um código de conduta que todos concordem em seguir. O objetivo do contrato é muito mais didático do que simplesmente ter um compromisso escrito.
Você pode criar contratos diferenciados para cada criança da família, com regras de uso da internet específicas para cada idade. Todos assinam seus contratos para mostrar que entendem as regras e que concordam em respeitá-las sempre que estiverem on-line. Se você quiser melhorar o comprometimento, pode criar contratos para que os pais também assinem.
Veja um modelo abaixo e adapte as regras de acordo com as necessidades de sua família. Assim que todos na sua família concordarem com os termos e assinarem o contrato familiar de uso da internet, você pode deixá-lo ao lado de cada computador na sua casa para lembrar a todos quais são as regras de uso da internet pela família.
Eu me comprometo a:
- Conversar com meus pais para conhecer as regras de uso da internet, que incluem aonde posso ir, o que posso fazer e quando posso ficar on-line, bem como por quanto tempo posso permanecer on-line.
- Nunca fornecer informações pessoais, como meu endereço residencial, número de telefone, endereço ou telefone de trabalho dos meus pais, números de cartão de crédito ou nome e localização da minha escola, sem a permissão dos meus pais.
- Sempre informar imediatamente aos meus pais se eu vir ou receber qualquer coisa da internet que me incomode ou ameace, incluindo mensagens de e-mail e sites da web, ou até mesmo qualquer coisa no correio normal vinda de amigos da internet.
- Nunca concordar em encontrar pessoalmente qualquer pessoa que eu tenha conhecido on-line sem a permissão dos meus pais.
- Nunca enviar fotos de mim mesmo ou de membros da minha família através da internet ou de correspondência regular sem a permissão dos meus pais.
- Nunca conceder minhas senhas da internet a ninguém (nem mesmo aos meus melhores amigos), exceto aos meus pais.
- Comportar-me bem on-line e não fazer nada que possa magoar ou irritar outras pessoas ou que seja contra a lei.
- Nunca baixar, instalar ou copiar qualquer coisa de discos ou da internet sem a devida permissão.
- Nunca fazer nada na internet que custe dinheiro sem a permissão de meus pais.
- Permitir que meus pais conheçam meus dados de logon e nomes de bate-papo, relacionados abaixo:
Nome (filho/filha) _______________________ Data ____________
Pai, mãe ou responsável_______________________ Data ____________
Fonte: http://www.microsoft.com/brasil/
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Desocupação do Pinheirinho: retrato do Brasil
A desocupação da área conhecida como Pinheirinho em São José dos Campos é um retrato bastante preciso de como é estruturada a sociedade e consequentemente a justiça brasileira: para quem tem dinheiro valem as brechas da lei, para quem não tem vale o rigor da lei.
Existe uma lista imensa de mensaleiros, banqueiros, empresários, contraventores e mesmo invasores, atolados até o pescoço na justiça, mas como têm dinheiro e influência, ficam anos a fio protelando os seus processos até os crimes prescreverem. Em muitos casos eles conseguem até transformar os investigadores em réus, vide o caso da operação Satiagraha.
Porém, quando o grupo envolvido não tem status social e econômico elevado, o problema é resolvido no “estrito cumprimento da lei” e debaixo de cassetete.
Neste sentido, o Jornalista (com “J” maiúsculo mesmo) Ricardo Boechat fez um excelente comentário na Band News FM. Ouçam:
http://bandnewsfm.band.com.br/Noticia.aspx?COD=567712&Tipo=225
Existe uma lista imensa de mensaleiros, banqueiros, empresários, contraventores e mesmo invasores, atolados até o pescoço na justiça, mas como têm dinheiro e influência, ficam anos a fio protelando os seus processos até os crimes prescreverem. Em muitos casos eles conseguem até transformar os investigadores em réus, vide o caso da operação Satiagraha.
Porém, quando o grupo envolvido não tem status social e econômico elevado, o problema é resolvido no “estrito cumprimento da lei” e debaixo de cassetete.
Neste sentido, o Jornalista (com “J” maiúsculo mesmo) Ricardo Boechat fez um excelente comentário na Band News FM. Ouçam:
http://bandnewsfm.band.com.br/Noticia.aspx?COD=567712&Tipo=225
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